Tudo sobre queda de cabelo

Como Saber se Estou Ficando Careca?

Como saber se estou ficando calvo?

Homens e mulheres podem sofrer com o problema da calvície. Porém, o indivíduo precisa saber se, de fato, está ficando calvo. Afinal, perder cabelo é algo normal, todas as pessoas perdem cerca de 100 fios por dia. Quem tem muito cabelo poderá sofrer uma queda ainda maior de fios, porém, ela será considerada normal se caírem até 150 fios por dia. Esse total representa uma pequena mecha de cabelo.

Por que meu cabelo está caindo?

Caso o indivíduo perceba que está perdendo mais do que 150 fios por dia, dois processos podem estar em andamento. Primeiramente, o cabelo pode estar quebrando e caindo. Em segundo lugar, a queda excessiva também pode estar ocorrendo devido à falta de vitaminas. O estresse, por exemplo, consome os oligoelementos, que são vitaminas de uma forma geral. A queda de cabelo pode ser também a primeira manifestação de uma doença sistêmica, como uma alteração da tireoide ou uma forma de anemia.

DHT: o inimigo número 1 dos calvos

Todas as pessoas possuem testosterona, mas a quantidade é maior nos homens. Dentro do folículo piloso existe uma enzima (alfa-redutase) exclusiva dos portadores da calvície. Essa enzima é responsável por converter a testosterona em DHT, responsável pela destruição do fio, que sofre um afinamento progressivo, morre após um curto período e não mais retorna.

Leia o artigo a seguir para descobrir outras causas da queda de cabelo: http://remedioparacrescercabelo.net.br/queda-de-cabelo/

Diferença entre queda e quebra capilar

Para descobrir a diferença entre a quebra e a queda capilar é necessário ficar em frente a um espelho. Em seguida, basta pegar um chumaço de fios com a mão, escorregando-a lentamente em direção às pontas. O indivíduo deve notar, conforme passa a mão nos cabelos, se não existem fios que se soltam e ficam apontando para cima, esse é um sinal de quebra. Existe também a prova da tração, ou seja, se ao puxar o cabelo e mais de dois fios se soltarem, a situação pode ser encarada como um alerta.

Leia o artigo a seguir para conferir alguns mitos e verdades sobre a queda de cabelo.

Teste capilar com dermatoscópio

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Se os fios da frente estiverem mais finos em comparação com aqueles situados na parte posterior da cabeça, isso é um sinal de que os primeiros estão frágeis e caindo. Através de um exame microscópico (efetuado pelo dermatoscópio) é possível perceber claramente quais são os fios fracos e que estão morrendo, diferenciando-os daqueles que ainda estão em bom estado. Áreas muito espaçadas entre os folículos capilares também fornecem uma noção sobre a perda capilar ocorrida até o momento. Ao comparar a região central da cabeça com a posterior é possível notar que a segunda possui fios resistentes e com boa espessura. Isso acontece porque a influência genética começa a atuar na parte frontal e central do couro cabeludo. A calvície feminina pode até impactar todo o couro cabeludo, mas o foco também costuma ser mais incisivo sobre a parte frontal.

Como identificar a rarefação do cabelo em casa

Existe uma forma simples e rápida para perceber se há rarefação do cabelo. Ao repartir o cabelo com as mãos ou com um pente, o indivíduo pode verificar se há um afastamento largo entre os fios. Fisiologicamente, o ideal é que essa linha de separação seja tênue e bem estreita.

Quando iniciar o tratamento

Desmitificando o que as pessoas geralmente acreditam, a queda dos cabelos não costuma evoluir para a calvície, caracterizada pelo afinamento dos fios, provocado pela testosterona. Primeiramente, o sujeito calvo começa a notar uma desaceleração do crescimento capilar na parte frontal da cabeça. Homens com cabelo mais encaracolado começam a perceber que os fios ficaram mais lisos. Às vezes, o paciente que possui um cabelo excessivamente crespo fica contente na adolescência, acreditando que o “alisamento” do cabelo é algo benéfico. O cabelo pode até ficar mais claro. Entretanto, o processo é acompanhado pelo afinamento dos fios.

O indivíduo deve iniciar o tratamento a partir do momento que notar uma diminuição do volume capilar. Afinal, quanto antes o tratamento for iniciado, melhores poderão ser os resultados.

Abrangência da queda capilar

A queda capilar também pode acometer outras áreas pilosas do corpo, porém, em função de sua maior densidade, o couro cabeludo acaba sendo mais visível e notado. Assim, qualquer região pilosa do corpo poderá sofrer o processo de queda. Normalmente, a queda ocorrida no couro cabeludo precede à das demais áreas. É preciso conhecer o ciclo de vida do cabelo e analisar em qual fase ele estacionou a ponto da queda capilar ser observada pelo paciente.

A densidade do cabelo diminui ao longo da vida. Logo, na fase da maturidade, quando o indivíduo está mais idoso, a densidade capilar é visivelmente inferior em comparação com aquela detida durante a juventude, trata-se de um ciclo natural. Com o passar dos anos, pode ocorrer um afinamento e miniaturização de alguns fios, isso ocorre principalmente quando a chamada alopecia androgenética se instala.

Ciclo de vida do cabelo

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O cabelo tem um ciclo de vida médio entre 5 e 6 anos, isso significa que ocorrem trocas profundas durante todo esse período. Assim, os cabelos precisam cair para que outros nasçam. Nesse ciclo, existem fases em que o cabelo apenas cresce, enquanto em outras ele cai com mais frequência.

A fase anágena do cabelo talvez seja a mais importante. Trata-se da etapa que possui maior duração (de três a sete anos) e na qual ocorre a chamada proliferação celular (mitose ou divisão celular). Esta é a fase de crescimento dos cabelos, portanto, é a mais importante no que tange à vitalidade e à saúde capilar.

Em seguida, ocorre uma fase de regressão: a catágena. Felizmente, trata-se de uma fase curta e que dura em torno de três semanas, para então dar prosseguimento ao ciclo através da fase telógena. Nesta etapa, a duração é variável, mas o fio permanece nela geralmente por três meses. A fase telógena é uma etapa de repouso, ou, como alguns consideram, uma fase de queda.

O grande problema surge quando, em meio a esse ciclo de desenvolvimento, o fio estaciona na fase de queda (telógena). Nestes casos, o indivíduo terá o incômodo da perda capilar. Vários são os fatores que podem interferir nesse ciclo para que haja uma suspensão permanente na fase de queda.

Alguns autores consideram a fase telógena como a etapa de repouso, enquanto que a fase exógena estaria relacionada à queda. A fase quenógena equivale ao folículo vazio, ou seja, destituído de fio. Trata-se de uma subdivisão mais detalhada e específica, tendendo a estar presente na literatura mais recente e moderna.

Crescimento do cabelo

O fio de cabelo cresce numa velocidade aproximada de 0,3 mm por dia, assim, em média, em um mês, o fio cresce cerca de 1 cm. Algumas pessoas reclamam que seus cabelos estão crescendo mais lentamente, enquanto outras afirmam que o crescimento está ocorrendo numa velocidade exagera. Isso realmente acontece, pois o cabelo pode crescer até 1,5 cm por dia. Essas diferenças se devem prioritariamente à genética. Após surgir, cada fio permanece na cabeça de quatro a seis anos, podendo prolongar sua permanência até o 7º ano. Depois, o fio entra em uma fase de repouso de 20 dias e cai na sequência.

Sua vez de “falar”:

E então, acha que está perdendo cabelos em excesso? O ralo do banheiro está sempre cheio de fios? Já fez algum teste para saber se a calvície realmente é um problema para você? Ficou com alguma dúvida no artigo? Faça seu comentário agora e tentaremos lhe ajudar. Todos os comentários serão respondidos.

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